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Os aspectos biológicos da dependência química

A palavra “síndrome” designa todo conjunto de fatores clínicos que tornam o indivíduo enfermo. Assim, diferencia-se da doença por não demonstrar sintomas específicos e facilmente passíveis de identificação. 

Quando se fala da dependência de substâncias psicoativas, então, fala-se de uma síndrome que leva o sujeito a uma condição mórbida capaz de desencadear diversas complicações comportamentais, dado o funcionamento indevido do cérebro, que foi alterado devido ao abuso de substâncias capazes de alterar momentaneamente o funcionamento desse órgão, resultando um ciclo vicioso. 

Incapacidade social

É sabido que a tomada de decisões é crucial para o desenvolvimento da pessoa em sociedade. O cérebro é formado por neurotransmissores responsáveis pelos estímulos que nos levam a agir em prol de nossa vontade ou necessidade. Em um cérebro saudável, há vários fatores – como a moral do grupo social no qual se está inserido, a ética do indivíduo, a capacidade de ponderar, etc. – que irão ditar o próximo passo, normalmente de maneira a fazer com que a pessoa cumpra com suas obrigações no âmbito social. 

Quando o cérebro está viciado, porém, não funciona assim, pois suas condições de funcionamento foram alteradas pelo abuso de substâncias psicoativas e, por consequência, somente os estímulos específicos da droga irão fazer com que o sujeito não fique inquieto e seja tomado pelos sintomas da abstinência.

Complicações a nível cerebral

O abuso de substâncias irá afetar consideravelmente o chamado Sistema Cerebral de Recompensa. Trata-se de uma área responsável pela liberação de dopamina, serotonina e adrenalina. Esses neurotransmissores são responsáveis pelo bem-estar, relaxamento, etc. Sendo assim, um cérebro modificado por psicotrópicos só irá liberar essas recompensas através do uso da substância da qual o indivíduo passou a depender para se sentir bem.

Em contraponto ao sistema de recompensa, há o lobo frontal e sua função executiva nos processos comportamentais. Isso significa que podemos ter uma vontade, mas ela pode ser mediada – isto é, quando não se trata de um cérebro danificado.

Juntando esses fatores, obtém-se um comportamento impulsivo causado por complicações na maneira pela qual os neurotransmissores são ativados em nosso cérebro. No caso da dopamina, por exemplo, há a diminuição de receptores desse neurotransmissor e a consequente insatisfação do usuário crônico, que irá ter seu cérebro inundado pela dopamina ao fazer o uso da substância, mas não será mais capaz de sentir o prazer inicial que tinha com a droga. E incapaz de ponderar, tendo sua capacidade de tomar decisões prejudicadas, irá viver somente em função da busca por mais e mais substâncias.

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