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O alcoolismo é genético?

Pode-se dizer, com toda a certeza, que um dos males das últimas décadas se refere àquele que cerca o alcoolismo. Isso pode ser facilmente provado pelos dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde, a OMS. Conforme estudo realizado por essa com indivíduos brasileiros e com idade a partir de 15 anos, esses consumiam, em 2010, por pessoa e independente de sexo, aproximadamente 8,7 litros de álcool puro.

Levando esse dado em conta, percebe-se a importância que tem sido atribuída ao consumo do álcool desde a juventude. E vivendo em um mundo em que o alcoolismo tem sido tão discutido, algumas instituições de pesquisa têm atribuído esse como um problema genético.

Alguns estudos genéticos sobre o Alcoolismo

A Universidade de Texas, nos Estados Unidos, afirmou, após a comparação de tecidos cerebrais de alcoólatras com os de não alcoólatras, que existe um grupo de genes que é responsável pela dependência do álcool. Sendo assim, esse seria, conforme os estudantes e pesquisadores, um fator genético.

Além dessa pesquisa, a OMS, já citada anteriormente, também divulgou um relatório sobre o assunto. Para a organização, existe um risco oito vezes maior da pessoa se tornar viciado na bebida quando algum familiar já é considerado um dependente de alguma substância, seja de cocaína, sedativos ou do próprio álcool. 

Outros estudos ainda dão conta de que, pelo menos 50% dos entrevistados que têm a dependência pelo álcool, também possuem o mesmo problema pelo lado paterno. Os demais valores são distribuídos da seguinte forma: 30% têm irmãos alcoólatra; 6% têm mães; e, por último, 3% têm irmãs que consomem. 

A verdade é que é muito difícil identificar as verdadeiras causas do alcoolismo, uma vez que esse engloba diversos fatores. Porém, para o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, o CISA, a hereditariedade é sim um dos fatores fundamentais no processo de explicar e influenciar a dependência. Partindo disso e exemplificando a ideia, tudo indicaria que, se o pai de fulano possui algum vício, há maiores chances de que ele desenvolva a mesma doença, principalmente durante os anos mais rebeldes e de grandes mudanças comportamentais, como na adolescência.

Porém, isso não quer dizer que todas as gerações seguintes serão alcoólatras. O que se indica, todavia, é ajuda psicológica e outras prevenções, para que o consumo e excesso de álcool não sejam mais uma realidade no mundo todo, de forma a conscientizar a população dos males que o abuso dele causa no presente e no futuro das pessoas.

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